Educação Condutiva - com amor

Quero escrever sobre Educação Condutiva porque me apaixonei por este método, cheio de amor, que tem atendido aos meus filhos com p.c. Quero descrever o que tenho estudado, aprendido, escutado e sentido ... Tenho a vontade de abraçar o mundo e fazer com que todas as crianças na mesma condição motora de meus filhos, tenham a chance de receber toda esta inteligência, técnica, forma de agir, pensar e sentir, que com todo carinho o Dr. Andras Peto deixou de herança.

Thursday, January 25, 2007

Peto na América por Bobath


Os programas de exercícios da Educação Condutiva não têm nenhuma surpresa. As 'aulas' seguem a rotina diária que vivemos em nosso dia a dia, com movimentos intuitivos e direcionados a motivação da criança em executar a atividade. Os deslocamentos como rolar, transferir peso, alongar membros, manter-se em posição de cócoras, levantar-se, são os movimentos que vemos nas clássicas sessões de Bobath.

Bobath ele mesmo manteve correspondência com o Andras Peto, e chegou a afirmar em uma palestra em junho de 1967, que o método de Peto era o único com significado, além do seu próprio. Mais tarde Berta Bobath representava em palestras pelo mundo afora o Método de Peto em conferências, principalmente na América.

O contato com os Bobath começou através de uma criança que foi referenciada por um médico inglês para ir a Hungria. Este médico, chamado Dr. Balassa, servia o Parlamento inglês e somente por esta formalidade a criança teve acesso ao método húngaro ( uma vez que até a década de 70, apenas crianças de países socialistas eram aceitos no Instituto Peto).

Esta criança conseguiu progressos significativos em apenas alguns meses, o que acabou de certa forma 'incomodando' Dr. Bobath, que tratava esta criança desde os 12 anos de idade. Em 1965, Ester Cotton, por insistência de Bobath foi até a Hungria conhecer o método de Andras Peto. E lá ela viveu por algumas semanas, dormindo e acordando dentro das salas do Instituto Peto. E acabou descrevendo e relatando em vários artigos publicados, o tempo 'perdido' de trabalho, que tinha realizado 20 anos antes de conhecer a Educação Condutiva.

Mais sobre Ester Cotton no artigo de 20 de outubro, neste blog. Ester Cotton: pioneira.



Referências deste artigo são citações do livro Conductive Education - Occasional Papers - Supplement 2, publicado em 2001 com textos de Mari Hari, em referência aos 50 anos da Educação Condutiva.

7 Comments:

Anonymous Néa e Arthur said...

Olá Letícia,

obrigada pelas informações que temos atraves do seu blog.Cada vez que aqui venho aprendo um pouco mais.

beijos

8:46 PM  
Blogger Grilinha said...

Que coisas boas que se aprendem aqui. Não pares nunca. Um beijinho

5:52 PM  
Blogger LeticiaBúrigoTK-1288 said...

Néa e Grilinha,

Muito obrigada pelas visitas frequentes!

Seus comentários me mantém motivada para continuar escrevendo...

Com amor,
Leticia

7:19 PM  
Anonymous Néa e Arthur said...

Letícia eu é que agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas como você e a Grilinha, Vocês teum um CORAÇÃO LINDO!!!!!!!!!!!!!!!

BEIJOS

11:01 AM  
Blogger Rita Branco said...

Letícia,

Como é bom, ler estas coisas, como disse a grilinha, não pares nunca!

Cada vez que entro no teu blog tenho vontade de dizer para o mundo, ler estas coisas.

A vida fica muito mais gostosa de ser vivida quando se acredita num ideal e move-se mundos e fundos por ele.

Continue a mover mundos e fundos, sempre!!

Beijos

2:31 PM  
Blogger LeticiaBúrigoTK-1288 said...

Rita,

Essa tb é a minha vontade, de sair por aí gritandooo...

E, vamos gritar juntos!

Com amor,
Leticia

6:50 PM  
Anonymous Luciana said...

Tive gemeos também, mas um não sobreviveu. Meu Gabriel, hoje tem 3 anos e eu estava aqui na net em busca de alternativas...encontrei uma escola, o método e o seu blog...rs
Ficarei feliz se puder trocar e-mails com vc....Por favor, me responda...luciana.superior@bol.com.br

5:35 AM  

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