Educação Condutiva - com amor

Quero escrever sobre Educação Condutiva porque me apaixonei por este método, cheio de amor, que tem atendido aos meus filhos com p.c. Quero descrever o que tenho estudado, aprendido, escutado e sentido ... Tenho a vontade de abraçar o mundo e fazer com que todas as crianças na mesma condição motora de meus filhos, tenham a chance de receber toda esta inteligência, técnica, forma de agir, pensar e sentir, que com todo carinho o Dr. Andras Peto deixou de herança.

Tuesday, April 06, 2010

Aprendendo com Crusoé


Daniel Defoe define a maior doença da humanidade, e da qual dela provém pelo menos metade de nossas desgraças. Refere-se ao fato de não nos sentirmos satisfeitos com aquilo que Deus e a natureza nos concederam.

Sobre questionar a justiça da disposição arbitrária das coisas, que esconde a luz a uns e revela a outros, esperando de todos um comportamento semelhante. Na medida que somos barro do mesmo oleiro, nenhum vaso poderia dizer-lhe: porque me fizestes assim?


O escritor de Robinson Crusoé, nasceu em Londres teve uma excelente educação, abandonou a vida de comerciante e tornou-se mercador de sucesso passando a viajar com frequência pelo seu mundo e também pelos novos continentes. Desbrava o Caribe e o Brasil nas aventuras deste seu livro mundialmente conhecido. Entre suas aventuras desabafa ensinamentos para a humanidade.

Que nenhum homem despreze os sinais e avisos secretos que às vezes lhe são dados, pensando que possam ser falsos. Que recebemos tais indícios e avisos, acredito que poucas pessoas que se dedicam a observar as coisas o possam negar. Não podemos duvidar da veracidade de certas revelações da existência de um mundo invisível e de um intercurso de espíritos. E se sua tendência parece ser a de alertar-nos do perigo, porque não haveríamos de supor que provém de algum agente amigo e tem em vista o nosso bem?

Estes escritos foram relatados entre suas aventuras de um náufrago solitário em uma ilha frequentemente visitada por canibais. Robinson Crusoé viveu lá por vinte e oito anos, em uma ilha onde era dono e suficiente. Não desejava mais do que possuia. Transcrevo aqui mais algumas de suas reflexões, vindas da publicação de 1719. Quase 300 anos depois vivemos as mesmas experiências como ser humano.

Como são ridículas as decisões que os homens tomam quando possuídos pelo medo, privando-os de usarem os meios que a razão oferece para confortá-los.

Embora o homem circule entre tantos perigos, se todos lhe fossem revelados certamente lhe perturbariam a mente e enfraqueceriam a coragem. Assim, por não prevermos os acontecimentos e ignorarmos os riscos que nos cercam, permanecemos calmos e serenos.

2 Comments:

Blogger Judit Szathmáry said...

Wonderful posting! Leticia thank You. With Much love and appreciation, Judit

2:01 PM  
Blogger LeticiaBúrigoTK-1288 said...

Judit

I feel happy to have you reading me and absrving this experience with Daniel defoe.

with love,
Leticia

7:48 AM  

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